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  • O cargo de PGJ deve ser ocupado por um membro da Instituição que saiba que, acima de pretensões particulares, o norte da instituição é o interesse público; Que saiba que a independência institucional não pode ser barganhada; Que a Bahia é imensa, e capital e interior devem ser tratados de forma isonômica, de acordo com as suas peculiaridades e necessidades; Que o interesse do colega deve ser levado em conta, mas não deve sobrepujar o interesse da sociedade; Que saiba discutir, ouvir as críticas com atenção e levá-las em consideração, quando pertinentes; Que saiba que comandar e servir não são paradoxos; Que saiba a importância de delegar; Que venha ajuntar, e não espalhar. No meu entendimento, Millen Castro reúne todos esses “saberes”. Nunca divulguei publicamente a minha preferência em eleições anteriores, mas, atualmente, o Ministério Público da Bahia precisa desse grito.
    Carla Medeiros / Promotora de Justiça de Vitória da Conquista